O gato era um dos animais mais estimados pelos egípcios. A deusa Bastet era geralmente representada com a aparência desse felino. Bastet simbolizava o amor maternal, a ternura e a fecundidade. Era a protetora do lar e, a partir do Antigo Império (26862173 a.C), foi considerada mãe do faraó. No entanto, seu amor materno convertia-se em ferocidade quando algum de seus filhos era atacado e, então, transformava-se em deusa leoa.
O gato do Egito foi reverenciado por diferentes razões. Apesar de cães serem valorizados por sua capacidade de proteger e caçar, os gatos eram considerados os mais especiais. Isso pois os egípcios acreditavam que os bichanos eram criaturas mágicas, capazes de trazer boa sorte às pessoas que cuidavam deles.
Para homenagear esses animais estimados, famílias ricas os vestiam de joias e os alimentavam com guloseimas próprias da realeza. Quando os gatos morriam, eram mumificados. Como prova de luto, os donos de bichanos raspavam as sobrancelhas e continuavam a lamentar até que as sobrancelhas voltassem a crescer.
É possível perceber que na arte da época havia muitas estátuas e pinturas com todos os tipos de felinos. Os gatos no Egito eram tão especiais que aqueles que os matavam, mesmo por acidente, eram condenados à morte.
Uma curiosidade é que, segundo a mitologia egípcia, deuses e deusas tinham o poder de se transformar em diferentes animais. Apenas uma divindade, a deusa Bastet, que representava fertilidade, domesticidade, música, dança e prazer, tinha o poder de se tornar um gato.
Gato Egípcio / Bastet
Material: Resina
Dimensões: Altura: 9,5cm x Largura: 3,5cm x Comprimento: 5cm
Peso total: 99 g
